quarta-feira, 31 de março de 2010

O maior amor do século

Meus nobres amigos, olha o blog aqui denovo... Voltando as aulas, curiosamente a inspiração aumenta (mas não signifia necessariamente que terá mais textos, pois a preguiça também aumenta). Mais uma vez muito obrigado pelo carinho de todo mundo que vem aqui, que comenta, que divulga, que pede texto novo no MSN, muito obrigado mesmo! Vou correr o risco mais uma vez, mas vou tentar citar os nomes do povo que sempre me incentiva: Rodolfinho, Iguinho, Lets, Maitê, Rafinha, Mineiro, Anão, Michelle, Gustavo, Rohrig, Dudu e mais gente aí que eu vou acabar pedindo desculpas, já fica registrado desde já o meu tradicional pedido de desculpas... Ah, o texto de hoje não tem graça... Mas só de você ter entrado, já fez meu dia valer a pena.
O amor é algo tão complexo de se falar que eu até evito, é como querer contar os grãos de areia que tem na praia, quantos fiapos de grama tem no campo do Maracanã ou número de rugas que tem em meu saco.
Tirando as novelas e os contos infantis, impossível existir esse “felizes para sempre” pois sabemos o quanto é difícil não sofrer por amor, nem que seja por meros dez minutinhos (ou uma vida inteira, tanto faz); ou até mesmo o quanto o amor nos fez sofrer (brigas, discussões e todo o resto, afinal, todo mundo passa por isso, é natural) logo, por mais que queiramos demais, que busquemos a perfeição, não vamos conseguir nunca, somos seres errantes, enfim, o amor não é 100% sinônimo de felicidade.
Mas então por que procuramos esse maldito amor?! Simples, pelo mesmo motivo que bebemos em uma festa, que corremos na chuva, que comemos mais do que devemos, por tanto, sem querer fazer confusão, é a parte ruim da parte boa da vida, ou seja, é o imposto que pagamos pra tudo de bom, afinal de contas, sempre aprendemos que nada vêm tão fácil assim... Logo, quanto mais curtimos, mais queremos, mais amamos, mais brigas, mais discussões, mais tudo, tal qual uma balança. Não acredito muito naqueles casais que aparentam a perfeição, parecem sempre estar com algo preso na garganta, alguma coisa engasgada.
Pára de me enrolar Henri, o que é o amor de fato!? Aaaah essa é mole de responder: É apenas um sentimento. Sim, só um sentimento, singular, único, ímpar. A grande questão é que a nossa sociedade tem por costume de trata-lo de maneira diferente. Falamos em de amor de família, amor de amigo, amor de casal... e um monte de “amores” por aí; mas não, amor é um só mesmo (eu sei que disse isso acima); o grande problema é que o amor é tratado entre os casais, principalmente, como um contrato.
Contrato?! Mais ou menos assim: A sua mãe você topa dividir com seus irmãos, aceita e entende que eles a amam e vice-versa; os seus amigos acontece a mesma coisa, aceita-se que eles tenham outros amigos; mas por que um casal não entende que pode amar mais de uma pessoa?! Taí o contrato! Não, não quero dar desculpas pra ser polígamo, galinha, etc... Mas é a mais pura lógica... Alguns povos nativos não encontram problemas em um homem ter mais de uma esposa e nem uma mulher ter mais de um marido, seriam eles amorosamente superiores?!
Mas veja bem, estou falando do sentimento, putaria já é outra coisa... Aí o cara come quinhentas e ela dá pra mil, isso a nossa sociedade já incorporou muito bem; em suma, quero dizer que o amor vai muito além daquele negócio eu só tenho você e você só me têm, o amor é um sentimento único, porém plural.
Então, cheguei até aqui porque já tinha esse esboço pronto e não queria perder, desculpe-me pela enrolação, mas realmente achei que ia combinar com texto de hoje.
Não sou tão fã de romances, comédias românticas ou qualquer tipo de melação do gênero, mas aos 21 anos de idade, me deparei com o maior amor que eu já vi, a maior prova que o sentimento existe e, confesso, acho que todo mundo viu também, mas ninguém teve coragem de falar.Na última semana, o Brasil parou (parou também é exagero, mas deu uma freada) para assistir o julgamento do caso Isabella, não sou juiz e nem quero julgar esse caso (mas só pra causar polêmica, quero deixar claro que eu, particularmente, os inocentaria, e outra coisa, ninguém nunca parou pra pensar que essa Isabella podia ser uma criança mala sem alça que desenha na parede e não para de dançar RBD em frente a TV o dia todo?! Quer dizer, não parava, agora ela parou... uhahuahuahua OK chega de humor negro, esse texto já vai me render muitas ofensas) mas vamos observar simplesmente os réus, o casal Nardoni.
Venha comigo, vamos tentar achar a poesia por trás dessas pessoas. Um caso que o Brasil todo te julga, te marca pra sempre e que não parece ter chances de ser revertido; essa é a situação dos Nardoni. Presos, julgados, xingados, humilhados e tudo de ruim que pode acontecer com uma pessoa (antes que você venha com aquele velho argumento dizendo que eles são uns monstros, tenha calma porra!); pois bem, esse destino poderia ser evitado para, pelo menos, um deles. Digamos que a criança realmente tenha sido atirada pela janela daquele apartamento, não sou perito, mas também não sou burro, e vocês também não são, apenas dois braços poderiam fazer isso, ou seja, apenas um dos dois realmente é culpado de fato. Seria tão mais fácil um dos dois apontar o dedo e dizer “Foi ele (a)!” “Eu sou inocente...” e tantas frases clichês para, no mínimo, tentar salvar a sua própria pele, mas como constatamos, se um é inocente, o que prende ele (o inocente) a essa culpa, essa marca, esse julgamento?!
Sim, o amor, esse é o amor... Os dois encarando um país todo juntos, se mantendo fiel um ao outro, honestamente, não consigo ver amor maior que esse... Cada um deu uma parcela de sua vida para prolongar a vida do outro; preste atenção nesses “monstros covardes” as vezes o amor está em quem e quando nunca esperamos...

10 comentários:

• Michele Campos disse...

O amor realmente é algo muito complicado de se explicar, de se entender... inclusive, é tão complexo que nem consigo dizer nada a respeito agora, meus neurônios estão um pouco devagar no momento. auhsuahsuhaushauhs
Depois volto e comento algo mais legal, prometo.

Beijos, saudades!

Unknown disse...

Entendi oq vc quis dizer, na verdade concordo em partes com oq vc disse. Penso que foi ela e o cara ta segurando a onda tb, ou coisa parecida,pra tentar aliviar a dela, ou ir junto com ela pra esse inferno. Pelo amor que vc disse ai, mas sei lá, mulher é um bicho perigoso, mulher "vira" a cabeça de um homem, pode deixar um homem capaz de cometer coisas que em sã consciência não cometeria.
Mas acabo achando q os dois são culpados, pq apesar de não ter aquela prova cabal, como um vídeo mostrando a menina sendo jogada por alguém, as provas técnicas são bem contundes, e seja lá quem for o autor dessa monstruosidade, o outro tb tem sua parcela de culpa, pq poderia ter sempre impedido esse final infeliz.
Abração henryzinho, saudades!!!

Unknown disse...

Aaaaaa e mais uma vez, obrigado pela lembrança no início do post =D

Maitê disse...

Eu aqui de novo, toda boba por ler meu nome ali, eu que te devo obrigado, não só por isso...
Ao menos agora, tu sabe que eu sou presença constante aqui nesse blog. Inclusive vou colocar em andamento o projeto do fã clube do Henri! hahaha
Mas fora a sessão tiete puxa saco...
incrível, tu encontrou uma poesia por tras da historia mesmo. Eu estive bem ocupada odiando eles, sem poder ver nada disso.

Acho sensacional tu dar um minimo que seja de positividade pra esse casal, coisa que eu não conseguiria.
Apesar de que na minha humilde opinião, não foi a´penas amor que os une tanto assim. creio que haja sim uma divisão de culpa nesse caso, levando em conta o que os peritos afirmaram: a menina foi morta por asfixia, e as marcas da mão eram pequenas demais para serem de um homem, portanto julga-se que foi da madrasta e a seguir foi jogada da janela induzindo-nos a pensar que foi um crime para acobertar outro e como todo mundo ja sabe, dizem que foi pelo pai. Sendo assim, culpa dos dois.
Enfim, eu preferia ter a tua visão, ao menos não me revoltaria tanto se encontrasse um minimo de sentimento que fosse.

Um beijo gigante da tua fã numero 1!
hehehehe

Maitê disse...

Ps: que exagero o tamanho do meu comentário!

lucas rohrig disse...

amor mesmo eh perder tempo lendo seu blog 3 e 47 da manha!

rohrig

Rafinha disse...

que isso, lek nunca tinha pensado nisso... foda lek ta de parabens !!
e po uma otima semana SANTA pra voce ! he he he
abraçao

Lets disse...

Primeiramente, me sinto lisonjeada por ter finalmente meu nome citado após anos d fidelidade aos seus textos...
Huahauahuahauhauahua
Enfim, nao vou t ofender por vc dizer q não os condenaria pois ja t conheço o suficiente pra saber o qnt vc é do contra...
Mas por incrível q pareça concordo absolutamenete com o seu texto sobre o amor, qnd amamos nos tornamos ligeiramente egoístas e não é apenas no amor d casal q surge essa coisa d: "Ele só pode amar a mim", a verdade é q tds somos ciumentos em tds os tipos d amores...
Tds nós temos uma pontinha d ciumes ao perceber q um amigo ou nossa mãe ou quem quer q seja esta dando + atenção a outro ser amado do q a nós...
Mas enfim, vim só matar a saudade do blog mesmo...
Beijos

Arthur Loureiro disse...

maneiro o texto, nunca tinha reparado por esse angulo ta muito legal mesmo
abração

Unknown disse...

ehh mulek amor eh foda!! quando pega entao nao tem geito!!
belo texto mais uma vez