Meus nobres amigos, olha o blog aqui denovo... Voltando as aulas, curiosamente a inspiração aumenta (mas não signifia necessariamente que terá mais textos, pois a preguiça também aumenta). Mais uma vez muito obrigado pelo carinho de todo mundo que vem aqui, que comenta, que divulga, que pede texto novo no MSN, muito obrigado mesmo! Vou correr o risco mais uma vez, mas vou tentar citar os nomes do povo que sempre me incentiva: Rodolfinho, Iguinho, Lets, Maitê, Rafinha, Mineiro, Anão, Michelle, Gustavo, Rohrig, Dudu e mais gente aí que eu vou acabar pedindo desculpas, já fica registrado desde já o meu tradicional pedido de desculpas... Ah, o texto de hoje não tem graça... Mas só de você ter entrado, já fez meu dia valer a pena.
O amor é algo tão complexo de se falar que eu até evito, é como querer contar os grãos de areia que tem na praia, quantos fiapos de grama tem no campo do Maracanã ou número de rugas que tem em meu saco.
Tirando as novelas e os contos infantis, impossível existir esse “felizes para sempre” pois sabemos o quanto é difícil não sofrer por amor, nem que seja por meros dez minutinhos (ou uma vida inteira, tanto faz); ou até mesmo o quanto o amor nos fez sofrer (brigas, discussões e todo o resto, afinal, todo mundo passa por isso, é natural) logo, por mais que queiramos demais, que busquemos a perfeição, não vamos conseguir nunca, somos seres errantes, enfim, o amor não é 100% sinônimo de felicidade.
Mas então por que procuramos esse maldito amor?! Simples, pelo mesmo motivo que bebemos em uma festa, que corremos na chuva, que comemos mais do que devemos, por tanto, sem querer fazer confusão, é a parte ruim da parte boa da vida, ou seja, é o imposto que pagamos pra tudo de bom, afinal de contas, sempre aprendemos que nada vêm tão fácil assim... Logo, quanto mais curtimos, mais queremos, mais amamos, mais brigas, mais discussões, mais tudo, tal qual uma balança. Não acredito muito naqueles casais que aparentam a perfeição, parecem sempre estar com algo preso na garganta, alguma coisa engasgada.
Pára de me enrolar Henri, o que é o amor de fato!? Aaaah essa é mole de responder: É apenas um sentimento. Sim, só um sentimento, singular, único, ímpar. A grande questão é que a nossa sociedade tem por costume de trata-lo de maneira diferente. Falamos em de amor de família, amor de amigo, amor de casal... e um monte de “amores” por aí; mas não, amor é um só mesmo (eu sei que disse isso acima); o grande problema é que o amor é tratado entre os casais, principalmente, como um contrato.
Contrato?! Mais ou menos assim: A sua mãe você topa dividir com seus irmãos, aceita e entende que eles a amam e vice-versa; os seus amigos acontece a mesma coisa, aceita-se que eles tenham outros amigos; mas por que um casal não entende que pode amar mais de uma pessoa?! Taí o contrato! Não, não quero dar desculpas pra ser polígamo, galinha, etc... Mas é a mais pura lógica... Alguns povos nativos não encontram problemas em um homem ter mais de uma esposa e nem uma mulher ter mais de um marido, seriam eles amorosamente superiores?!
Mas então por que procuramos esse maldito amor?! Simples, pelo mesmo motivo que bebemos em uma festa, que corremos na chuva, que comemos mais do que devemos, por tanto, sem querer fazer confusão, é a parte ruim da parte boa da vida, ou seja, é o imposto que pagamos pra tudo de bom, afinal de contas, sempre aprendemos que nada vêm tão fácil assim... Logo, quanto mais curtimos, mais queremos, mais amamos, mais brigas, mais discussões, mais tudo, tal qual uma balança. Não acredito muito naqueles casais que aparentam a perfeição, parecem sempre estar com algo preso na garganta, alguma coisa engasgada.
Pára de me enrolar Henri, o que é o amor de fato!? Aaaah essa é mole de responder: É apenas um sentimento. Sim, só um sentimento, singular, único, ímpar. A grande questão é que a nossa sociedade tem por costume de trata-lo de maneira diferente. Falamos em de amor de família, amor de amigo, amor de casal... e um monte de “amores” por aí; mas não, amor é um só mesmo (eu sei que disse isso acima); o grande problema é que o amor é tratado entre os casais, principalmente, como um contrato.
Contrato?! Mais ou menos assim: A sua mãe você topa dividir com seus irmãos, aceita e entende que eles a amam e vice-versa; os seus amigos acontece a mesma coisa, aceita-se que eles tenham outros amigos; mas por que um casal não entende que pode amar mais de uma pessoa?! Taí o contrato! Não, não quero dar desculpas pra ser polígamo, galinha, etc... Mas é a mais pura lógica... Alguns povos nativos não encontram problemas em um homem ter mais de uma esposa e nem uma mulher ter mais de um marido, seriam eles amorosamente superiores?!
Mas veja bem, estou falando do sentimento, putaria já é outra coisa... Aí o cara come quinhentas e ela dá pra mil, isso a nossa sociedade já incorporou muito bem; em suma, quero dizer que o amor vai muito além daquele negócio eu só tenho você e você só me têm, o amor é um sentimento único, porém plural.
Então, cheguei até aqui porque já tinha esse esboço pronto e não queria perder, desculpe-me pela enrolação, mas realmente achei que ia combinar com texto de hoje.
Então, cheguei até aqui porque já tinha esse esboço pronto e não queria perder, desculpe-me pela enrolação, mas realmente achei que ia combinar com texto de hoje.
Não sou tão fã de romances, comédias românticas ou qualquer tipo de melação do gênero, mas aos 21 anos de idade, me deparei com o maior amor que eu já vi, a maior prova que o sentimento existe e, confesso, acho que todo mundo viu também, mas ninguém teve coragem de falar.Na última semana, o Brasil parou (parou também é exagero, mas deu uma freada) para assistir o julgamento do caso Isabella, não sou juiz e nem quero julgar esse caso (mas só pra causar polêmica, quero deixar claro que eu, particularmente, os inocentaria, e outra coisa, ninguém nunca parou pra pensar que essa Isabella podia ser uma criança mala sem alça que desenha na parede e não para de dançar RBD em frente a TV o dia todo?! Quer dizer, não parava, agora ela parou... uhahuahuahua OK chega de humor negro, esse texto já vai me render muitas ofensas) mas vamos observar simplesmente os réus, o casal Nardoni.
Venha comigo, vamos tentar achar a poesia por trás dessas pessoas. Um caso que o Brasil todo te julga, te marca pra sempre e que não parece ter chances de ser revertido; essa é a situação dos Nardoni. Presos, julgados, xingados, humilhados e tudo de ruim que pode acontecer com uma pessoa (antes que você venha com aquele velho argumento dizendo que eles são uns monstros, tenha calma porra!); pois bem, esse destino poderia ser evitado para, pelo menos, um deles. Digamos que a criança realmente tenha sido atirada pela janela daquele apartamento, não sou perito, mas também não sou burro, e vocês também não são, apenas dois braços poderiam fazer isso, ou seja, apenas um dos dois realmente é culpado de fato. Seria tão mais fácil um dos dois apontar o dedo e dizer “Foi ele (a)!” “Eu sou inocente...” e tantas frases clichês para, no mínimo, tentar salvar a sua própria pele, mas como constatamos, se um é inocente, o que prende ele (o inocente) a essa culpa, essa marca, esse julgamento?!
Venha comigo, vamos tentar achar a poesia por trás dessas pessoas. Um caso que o Brasil todo te julga, te marca pra sempre e que não parece ter chances de ser revertido; essa é a situação dos Nardoni. Presos, julgados, xingados, humilhados e tudo de ruim que pode acontecer com uma pessoa (antes que você venha com aquele velho argumento dizendo que eles são uns monstros, tenha calma porra!); pois bem, esse destino poderia ser evitado para, pelo menos, um deles. Digamos que a criança realmente tenha sido atirada pela janela daquele apartamento, não sou perito, mas também não sou burro, e vocês também não são, apenas dois braços poderiam fazer isso, ou seja, apenas um dos dois realmente é culpado de fato. Seria tão mais fácil um dos dois apontar o dedo e dizer “Foi ele (a)!” “Eu sou inocente...” e tantas frases clichês para, no mínimo, tentar salvar a sua própria pele, mas como constatamos, se um é inocente, o que prende ele (o inocente) a essa culpa, essa marca, esse julgamento?!
Sim, o amor, esse é o amor... Os dois encarando um país todo juntos, se mantendo fiel um ao outro, honestamente, não consigo ver amor maior que esse... Cada um deu uma parcela de sua vida para prolongar a vida do outro; preste atenção nesses “monstros covardes” as vezes o amor está em quem e quando nunca esperamos...